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Comentário sobre o texto “The gloves go on”

Em “The gloves go on” podemos identificar quase todos os assuntos tratados em sala de aula. O texto trata do desempenho dos governos do Brasil, da China e da Índia perante a pobreza ao longo dos últimos anos. Além disso, há considerações muito pertinentes sobre a relação entre a redução da pobreza e o crescimento econômico.
Primeiramente, pode-se verificar que todos os países mencionados estão localizados no hemisfério sul, o que remete à discussão tida em aula sobre esta similaridade entre os países subdesenvolvidos ou países em desenvolvimento (como o texto se refere). No entanto, este texto é interessante porque não trata das semelhanças entre os “países pobres”, mas sim da diferença que o Brasil, a China e a Índia tem feito entre estes: o combate à pobreza.
Como pode-se notar, o texto é bem claro ao afirmar que um dos principais motivos do bom desempenho do Brasil perante a causa da fome e da pobreza foi a redução da desigualdade social. Este comentário remete à uma das discussões tidas em aula sobre equidade que é a igualdade de oportunidades entre as pessoas. Como comentado, a equidade combate a pobreza e é “materializada” por meio da redistribuição e da repartição de riquezas através de impostos e de políticas sociais.
A partir daí verifica-se o papel do programa de assistência social “Bolsa Família” (mencionado no texto). Este programa faz parte da política social do governo brasileiro e se caracteriza como um auxílio financeiro às famílias pobres em troca da garantia de que as crianças estão sendo vacinadas e frequentando a escola regularmente. O Bolsa Família visa reduzir a pobreza por meio da redistribuição de capital.
Contudo, faz-se imperativo frizar que a equidade depende de uma série de fatores que estão diretamente ligados à qualidade de vida, como emprego, saúde, educação e justiça. No caso do Brasil, pode-se notar que a desigualdade diminuiu e a qualidade de vida melhorou, porém, é necessário enfatizar que o principal motivo do bom desempenho do Brasil no combate à pobreza é devido ao assistencialismo governamental (ao contrário dos outros países em questão) e não à melhoria dos aspectos ligados à qualidade de vida, infelizmente.
Esta lacuna é ilustrada no trecho do texto que diz que o Brasil não será capaz de igualar o recorde da China no combate à pobreza sem alcançar um maior crescimento. Deste modo, pode-se e deve-se realizar uma correlação entre o texto e uma das discussões tidas em sala de aula no que tange os aspectos que geram o crescimento econômico em uma sociedade.
Se o Brasil tivesse reduzido a pobreza através da melhoria da qualidade de vida da população, o crescimento econômico estaria indiretamente relacionado através de ações e políticas voltadas ao emprego (que é um dos fatores que geram a equidade), pois a geração de emprego impulsiona o crescimento econômico. No entanto, como pode-se verificar, o Brasil cresceu pouquíssimo nos últimos anos comparado aos outros países.
Assim, para que o Brasil melhore seu desempenho diante da pobreza, se faz necessário um significativo crescimento econômico, que, como já discutido em aula, é promovido por meio da produtividade do país. Esta produtividade requer recursos naturais, financeiros e humanos. De acordo com o esquema analisado em sala de aula, estes recursos podem ser entendidos como educação, empenho, inovação, melhores métodos, boa organização, além de mais e melhores recursos.
Desta forma, torna-se nítido que não apenas o problema da pobreza, mas sim todos os problemas relacionados ao desenvolvimento social e ao crescimento econômico de um país são de complexa solução pois os fatores determinantes de cada um estão ligados entre si. Não há uma única solução para um determinado problema (no caso aqui, a pobreza), há uma série de aspectos-chave que devem ser cuidados simultaneamente para resolver este dado problema.
Por fim, entende-se que o Brasil só ocupará um lugar exemplar no combate à pobreza quando o crescimento econômico estiver aliado à equidade social. E o desenvolvimento social do país só acontecerá quando este alcançar a qualidade de vida aliada à equidade. Como pode-se notar, é um trabalho árduo que demanda muito esforço e trabalho, mas, felizmente, não é impossível.


Significados de conceitos/ definições


  • Pobreza
Em primeiro lugar, a pobreza pode ser entendida como carência material, ou seja, a falta de bens e serviços essenciais para o dia-a-dia, tais como alimentação, moradia, cuidados com a saúde e vestuário. A pobreza também pode ser considerada como a falta de recursos econômicos, em outras palavras, é a carência de rendimento ou riqueza. Pode-se dizer, ainda, que a pobreza pode ser a carência social, traduzida pela exclusão social e pela dependência e/ ou pela incapacidade de participar na sociedade.
A pobreza é gerada a partir de uma série de fatores como desigualdade de oportunidades, corrupção, mau funcionamento de um sitema democrático, sistema fiscal inadequado ou socialmente injusto, baixo grau de instrução da população, discriminação ou exclusão social, rápido crescimento populacional e doenças, além de fatores como a existência de autoritarismo político no passado ou guerras.

  • Equidade
A equidade, sob o ponto de vista social, pode ser entendida como a igualdade de oportunidades entre as pessoas de uma sociedade e a ausência de diferenças de direitos e deveres entre os membros desta. Em outras palavras, quando há equidade, todos os indivíduos são tratados da mesma forma. Em uma sociedade com equidade não há discrinação quanto a credos, raças, ideologias e características socioeconômicas e, principalmente, há igualdade de direitos entre gêneros, classes, etnias, etc.

  • Crescimento econômico
O crescimento econômico pode ser entendido como a capacidade qualitativa que uma sociedade tem de gerar riquezas. Esta capacidade não deve ser interpretada somente pelo foco do aumento do produto per capita, mas sim por um conjunto de processos dinâmicos nas atividades produtivas. Basicamente, o crescimento econômico de um país está diretamente ligado à geração de emprego, às inovações tecnológicas e aos investimentos em educação pois são estes fatores que asseguram uma distribuição de renda adequada. Além disso, este crescimento também depende da oferta de capital humano e da capacidade de consumo da população. Assim, pode-se dizer que a qualidade de vida e consumo impulsionam o crescimento econômico de uma nação.


Fontes

ECONOMIA, SOCIEDADE E DESENVOLVIMENTO. The gloves go on. Disponível em: <http://utad0910esd.wikispaces.com/>. Acessado em 24 dezembro 2009.

INFOESCOLA. Crescimento Econômico. Disponível em: <http://www.infoescola.com/economia/crescimento-economico/>. Acessado em 26 dezembro 2009.

WIKIPÉDIA. Igualdade. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Igualdade>. Acessado em 26 dezembro 2009.

WIKIPÉDIA. Pobreza. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Pobreza>. Acessado em 26 dezembro 2009.


O DESENVOLVIMENTO NO MUNDO


1. O que é afinal um país desenvolvido?



Basicamente, um país desenvolvido é caracterizado por ter um produto interno bruto (PIB) per capita superior e por ter um índice de desenvolvimento humano (IDH) elevado. As sociedades desses países são muito consumistas. Não há grandes disparidades entre uma classe social e outra e os impostos são utilizados para a construção de escolas, hospitais, estradas, moradias e aposentadorias. A democracia está completamente implementada em países desenvolvidos.
Países desenvolvidos são países detentores de tecnologia, capital e poder econômico, onde a população tem alta qualidade de vida. A expectativa é elevada e a educação é boa e acessível, sendo baixíssimas as taxas de analfabetismo. Ademais, nestes países as epidemias são raras e a população tem uma saúde excelente. Em resumo, países desenvolvidos têm cultura, população bem educada e bem remunerada.
Um país pode ser considerado desenvolvido a partir das seguintes características:

  • Elevada qualidade de vida da população;
  • Boas condições de alimentação, habitação e saneamento básico;
  • Baixa taxa de natalidade e mortalidade infantil;
  • Elevada expectativa de vida;
  • Baixo número de analfabetos;
  • População ativa empregada (sobretudo nos setores secundário e terciário);
  • Reduzido crescimento populacional;
  • Desenvolvimento científico e tecnológico elevado;
  • Meios de transporte e comunicação modernos e eficientes;
  • Estrutura industrial completa;
  • Agropecuária moderna e intensiva;
  • População urbana maior que a população rural.


2. Exemplos de países desenvolvidos:



De acordo com o Relatório de Desenvolvimento Humano de 2009, os países que apresentam melhor desenvolvimento, de acordo com o IDH são:
  1. Noruega
  2. Austrália
  3. Islândia
  4. Canadá
  5. Irlanda
  6. Países Baixos
  7. Suécia
  8. França
  9. Suíça
  10. Japão
Por outro lado, de acordo com o PIB per capita, os países com o melhor desenvolvimento são:
  1. Listenstaine
  2. Luxemburgo
  3. Qatar
  4. Emirados Árabes Unidos
  5. Noruega
  6. Brunei Darussalam
  7. Singapura
  8. Kuwait
  9. Estados Unidos da América
  10. Irlanda


3. Quais são os aspectos (variáveis) chave para o desenvolvimento de um país?


O IDH - Índice de Desenvolvimento Humano (indicador do Relatório de Desenvolvimento Humano) tem sido um meio eficiente de se medir o desenvolvimento de um país. Ele é sustentado por três componentes principais: indicadores de longevidade, de educação e de rendimento per capita. De forma mais específica, abaixo estão listadas as variáveis que abrangem quase todas as vertentes do desenvolvimento:
  • Longevidade: esperança média de vida a nascença;
  • Escolaridade: taxa de alfabetização de adultos e taxa bruta combinada de escolarização no ensino;
  • Rendimento: PIB per capita;
  • Participação feminina: assentos parlamentares ocupados por mulheres, rácio feminino em funções legislativas, cargos superiores e de gestão, rácio feminino em funções técnicas e especializadas, mulheres em cargos ministeriais e rácio de rendimento auferido estimado feminino e masculino;
  • Outros indicadores demográficos: população total, taxa de crescimento natural, população urbana, taxa de migração internacional líquida, rácio de dependência da população infantil, taxa total de fertilidade, rácio de dependência da população idosa;
  • Saúde: taxa de mortalidade infantil, casos de AIDS;
  • Consumo: receptores de rádio, chamadas telefônicas internacionais, consumo de electricidade;
  • Ambiente: emissões de CO2 per capita.


4. Porque há tantas diferenças entre o nível de desenvolvimento dos países?


A razão da discrepância entre o nível de desenvolvimento dos países é de complexa explicação pois envolve uma série de fatores e variáveis dados ao longo do tempo e dos processos administrativos, econômicos e políticos daqueles. Estas diferenças podem ser explicadas pelo tipo de colonização de cada país (quando aplicável); pela relevância e participação, ou não, deste nos diferentes processos da revolução industrial; por seu nível de industrialização e produtividade; por sua riqueza produzida; por sua população economicamente ativa empregada, por sua dependência econômica; por sua eficiência tecnológica; pelo seu nível de conhecimento científico, por suas diferenças qualitativas na área da educação, pesquisa e desenvolvimento; por seus investimentos em saúde, alimentação, habitação, saneamento básico, transporte e meios de comunicação; por seu cuidado com o meio ambiente; dentre outros.



Fontes



FRIGOLETTO. Países Desenvolvidos e Países Subdesenvolvidos. Disponível em: <__http://www.frigoletto.com.br/ GeoEcon/desxsub.htm__>. Acesso em: 30 Novembro 2009.
GFORUM. Paises desenvolvidos / subdesenvolvidos. Disponível em: <__http://www.gforum.tv/board/ 1429/151517/paises- desenvolvidos- subdesenvolvidos.html__>. Acesso em: 30 Novembro 2009.
HUMAN DEVELOPMENT REPORTS. Indicadores de Desenvolvimento Humano. Disponível em: <__http://hdr.undp.org/en/ reports/global/hdr2009/ chapters/__>. Acesso em: 30 Novembro 2009.
MONOGRAFIAS.COM. Desenvolvimento nos Países de Língua Oficial Portuguesa. Disponível em: <__http://br.monografias.com/ trabalhos3/paises-lingua- portuguesa/paises-lingua- portuguesa.shtml__>. Acesso em: 30 Novembro 2009.



Comunidade Amish

Quem são
Os amish são um grupo cristão que busca viver isolado da sociedade moderna e de seus confortos, recriando o modo de vida rural do século XVII.

Como surgiram
Os Amish surgiram quando um grupo de menonitas suíços liderados por Jacob Amman se separaram do grupo principal de menonitas por conta de diferenças em relação à celebração da Comunhão e em relação ao mandamento bíblico de se manter separado dos não-puros, ao contrário da ideia dos menonitas. Para escapar das perseguições de cristãos católicos e protestantes, os Amish aceitam, em 1727, a oferta de William Penn de liberdade religiosa numa colônia norte-americana da Pensilvânia.

Como vivem
Em fazendas, porque este estilo de vida rural facilita a distância dos ‘não-puros’ e, além disso, as cidades têm distrações que podem desviar suas condutas. Eles também não têm prédios de igreja, de maneira que o lar é onde são realizadas as cerimônias religiosas. Os Amish falam um dialeto do alemão, já o alemão culto é usado para os serviços religiosos e o inglês é falado com os estranhos.
A vida e a fé dos Amish são governadas por uma série de regras (não-escritas), conhecidas como o Ordnung (ordem). Eles acreditam na interpretação literal da Bíblia e o Ordnung é designado para assegurar que todos os membros da igreja vivam suas vidas de acordo com as escrituras. Um membro da Igreja Amish deve viver uma vida simples devotada a Deus, família e comunidade, de acordo com as leis de Deus.
A eletricidade, automóveis, televisão, roupas da moda e coisas parecidas são consideradas distrações que promovem o orgulho, inveja, vaidade, preguiça, desonestidade e outras características indesejáveis. O modelo dos vestuários (feitos por eles), a carroça e o lampião se tornaram os símbolos dos Amish e provavelmente não vão mudar. O modelo do vestuário enfatiza que a pessoa Amish é separada do mundo não-Amish. A carroça, do mesmo modo, promove a igualdade e limita as viagens, mantendo as comunidades juntas. Já o lampião, uma luz não-elétrica, não necessita de conexões exteriores da comunidade.
É importante ressaltar que os Amish não estão "parados no tempo". Eles podem adotar novas tecnologias, desde que passem por um exame rigoroso para serem aceitas. Uma tecnologia pode ser aceita por razões práticas ou comerciais, mas nunca por indulgência, desejo ou divertimento. Em suas casas, os móveis e a decoração são funcionais e simples e toda a iluminação é a base de velas ou óleo e gás de lampião.
Surpreendentemente, os amish têm um moderno sistema de extração de leite com tanques de refrigeração. A eletricidade necessária para operar a leiteria, é retirada dos geradores de gás ou diesel que eles usam. Também é permitido usar motores a gás em equipamentos da fazenda, mas todos os equipamentos devem usar cavalos para locomoção. Vento, água e energia solar também são permitidos como fontes de energia porque promovem o isolamento.

A situação econômica
Os Amish são aparentemente ricos, mas não é por causa da renda, pois ela é baixa em termos de dinheiro. A maior renda líquida valiosa de uma família está em suas propriedades e muito dessa riqueza é criada com o aumento do valor das terras. Eles também não gastam muito com comida, roupas e transporte, deste modo, uma renda pequena é suficiente. Os Amish não pedem dinheiro emprestado e, conseqüentemente, não pagam juros. A família e a comunidade são o banco e a companhia de seguros. É esperado que todos os membros da comunidade contribuam uma parte de sua renda para a "arrecadação comunitária".
Embora os Amish desejem ficar isolados do mundo não-Amish, eles realmente precisam negociar. No comércio, preferem lidar com algumas pessoas confiáveis. Um pequeno negociante que queira fazer negócio com os Amish deve encontrar alguém que o apresente. Já se um membro da comunidade Amish tem de vender algo, ele pode sempre vender para um intermediário por dinheiro e este pode vender os itens em sua loja.
Os Amish são famosos pelas colchas, porém elas não são uma invenção deles. Eles são vistas como a principal arte da mulher do campo e, desta forma, eles foram rápidos em aderir as virtudes desse artesanato. Por tradição, as colchas são econômicas, sendo feitas de retalhos costurados. Ademais, é um comércio criativo e excelente e pode ser uma grande atividade social. Antes as colchas podiam ser adquiridas por uma ninharia, porém os Amish perceberam o valor que as pessoas tendem a agregar aos produtos artesanais e elevaram os preços destas

A liberdade de escolha
O Ordnung é bem envolvido e leva muito tempo para uma criança aprender e entender os detalhes. O batismo marca a entrada na igreja Amish e juntar-se à igreja é uma decisão que não pode ser feita antes dos 16 anos. Por este tempo, o candidato será completamente instruído na fé e no Ordnung por meio da escola e da freqüência à igreja. De acordo com a filosofia da escolha, com 16 anos pode deixar a comunidade para experimentar a vida externa se assim escolherem. Além disso, um membro é livre para partir. É permitido a um membro que deixou a comunidade retornar dentro de um breve período. Entretanto, se um membro deixa permanentemente a comunidade, este é afastado, sendo considerado um estrangeiro pela comunidade e não lhe será permitido participar da mesma novamente. Um membro pode também ser afastado se ele persistentemente desafiar a autoridade do Ordnung.

Os Amish e o ‘Mundo Exterior’
O maior problema enfrentado pelos Amish através da história tem sido a penetração constante do mundo exterior. O turismo os colocou em um holofote que eles apenas tentam evitar. Há sempre estranhos esperando para tirar fotos deles enquanto vão às suas atividades diárias. Por outro lado, o turismo fez os estrangeiros conscientes dos problemas que os Amish enfrentam diante das leis governamentais e mandatos, dando-lhes uma voz no governo.
Os Amish têm suas próprias leis comunitárias e aceitam o governo externo como necessário e pagam os impostos prontamente. Não aceitam previdência social, segurança social, assistência saúde ou outras assistências governamentais. Os problemas surgem quando uma lei governamental está na direção contrária com o Ordnung. Como por exemplo, as discordâncias sobre a educação: os Amish operam suas próprias escolas e, para eles a educação não é necessária além da oitava série.
Questões atuais estão em torno da saúde e segurança. Como um exemplo, os Amish aceitam colocar triângulos de segurança laranja e sinais luminosos em suas carroças para evitar acidentes nas estradas. Já a medicina moderna não é abordada no Ordnung e é um assunto de escolha pessoal. Os Amish não aceitam o serviço militar, pois acreditam que é errado tirar uma vida humana por qualquer razão, mesmo em autodefesa. Quanto às mudanças na economia, estas são uma fonte de pressão para os Amish. O alto custo de tudo, em especial das terras, levou os Amish a procurarem outras fontes de renda que permitem manter seu isolamento.

Conclusão
O fato de os Amish resistirem como um povo distinto por mais de 300 anos é evidência convincente de que estão aqui para ficar. Na verdade, seus números cresceram imensamente, triplicando só nos últimos 50 anos. No Novo Mundo, estima-se que hoje existam cerca de 150 mil pessoas vivendo em mais de 200 assentamentos nos EUA e no Canadá. Os hábitos dos amish são uma interpretação peculiar de algumas passagens bíblicas.

Fontes

SUPER. Quem são os amish? Disponível em: <http://super.abril.com.br/superarquivo/2006/conteudo_472616.shtml>. Acesso em: 27 outubro 2009.

HOW STUFF WORKS? Como funciona a comunidade Amish. Disponível em: <http://pessoas.hsw.uol.com.br/amish.htm>. Acesso em: 27 outubro 2009.




O que é PIB?

O PIB (Produto Interno Bruto) se configura como dos principais indicadores econômicos, pois revela o valor de toda a riqueza gerada dentro de um território econômico (país, estado, município). O PIB é verificado através da soma de todos os bens e serviços finais dentro desse território, independentemente da nacionalidade dos produtores. É medido a preços de mercado e pode ser calculado sob três aspectos: produção, renda e dispêndio.
Pela perspectiva da produção, a soma do PIB é dada pelo valor da produção dos bens e serviços menos os gastos com insumos utilizados dos setores primário (setor que fornece a matéria-prima para a indústria de transformação), secundário (setor que transforma as matérias-primas em produtos industrializados) e terciário (setor relacionado aos serviços) da economia, mais os impostos indiretos e depreciação do capital, menos os subsídios governamentais.



∑ PIB
Valor da Produção – Insumos + Impostos Indiretos + Depreciação do Capital – Subsídios


Pela perspectiva da renda, calculam-se as remunerações pagas dentro do território econômico de um país, sob a forma de salários, juros, aluguéis e lucros distribuídos, somando-se os lucros não distribuídos, os impostos indiretos e a depreciação do capital, por fim, subtraem-se os subsídios.



∑ PIB
Remunerações + Lucros Não Distribuídos + Imp. Ind. + Depreciação Capital – Subsídios


Já pela perspectiva do dispêndio, são somados os gastos em consumo das unidades familiares e do governo, mais as variações de estoques, menos as importações de mercadorias e serviços e mais as exportações. Sob essa ótica, denomina-se o PIB de Despesa Interna Bruta.



∑ PIB
Gastos com consumo + Variações de Estoques – Importações + Exportações


Além disso, o valor do PIB pode ter duas denominações: real ou nominal. O nominal se refere ao valor a preços correntes, ou seja, quando não é descontada a inflação (aumento contínuo do nível geral de preços ou diminuição do poder de compra do dinheiro). A variação do PIB nominal não permite uma análise do que de fato se alterou. Por esta razão se utiliza o conceito de PIB real que, quando a inflação é descontada, apresenta a alteração da quantidade de bens e serviços produzidos na economia.
Alguns outros conceitos são derivados do PIB, tais como: 1) o PIL (Produto Interno Líquido) que é o valor do PIB menos o valor das depreciações; 2) o PNB (Produto Nacional Bruto) que é o valor do PIB menos a renda líquida enviada ao exterior (essa renda é dada pela diferença entre os recursos enviados e os recursos recebidos do exterior a partir dos fatores de produção) e 3) o PIB per capta que é o PIB distribuído pelo total de habitantes de um determinado território.
Por fim, o PIB de uma maneira geral é a forma de mensurar a riqueza de um país e, embora seja muito questionado, ainda é tido como referência na economia de um território.

A participação de alguns países no PIB Mundial




Fontes

ACADEMIA ECONÔMICA. O que é PIB? Disponível em: <http://academiaeconomica.blogspot.com/2008/08/o-que-pib.html>. Acesso em: 1º outubro 2009.
BANCO DE PORTUGAL. Economia mundial: Produto Interno Bruto. Disponível em: <http://www.bportugal.pt:80/root/publish/relatorio/Cap1_EnquadramentoInternacional_08_p.xls>. Acesso em: 10 outubro 2009.
FOLHA DE SÃO PAULO. Entenda o que é PIB e como é feito seu cálculo. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u96765.shtml>. Acesso em: 1º outubro 2009.




AVALIAÇÃO: Trabalho interessante, esforço de pesquisa, definição precisa de conceitos e capacidade de análise (MBom)- lmadurei lmadurei Nov 9, 2009